Aprenda a Investir


1. O que é Mercado de Capitais ?
2. Por que e como investir no Mercado de Capitais
3. Descubra seu perfil de investidor

O que é Mercado de Capitais?

O mercado de capitais é um sistema de distribuição de valores mobiliários, que tem o propósito de proporcionar liquidez aos títulos de emissão de empresas e viabilizar seu processo de capitalização. É constituído pelas bolsas de valores, sociedades corretoras e outras instituições financeiras autorizadas.

No mercado de capitais, os principais títulos negociados são:

  • os representativos do capital de empresas;
  • as ações - ou de empréstimos tomados, via mercado, por empresas;
  • debêntures conversíveis em ações, bônus de subscrição e "commercial papers", que permitem a circulação de capital para custear o desenvolvimento econômico.
  • O mercado de capitais abrange, ainda, as negociações com direitos e recibos de subscrição de valores mobiliários, certificados de depõsitos de ações e demais derivados autorizados à negociação.

    Informações Fornecidas pela BM&FBOVESPA

    ATENÇÃO: Toda comunicação através da rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas.

    Por que e como Investir no Mercado de Capitais?

    À medida que cresce o nível de poupança, maior é a disponibilidade para investir. A poupança individual e a poupança das empresas (lucros) constituem a fonte principal do financiamento dos investimentos de um país. Tais investimentos são o motor do crescimento econômico e este, por sua vez, gera aumento de renda, com conseqüente aumento da poupança e do investimento, e assim por diante.

    Esse é o esquema da circulação de capital, presente no processo de desenvolvimento econômico. As empresas, à medida que se expandem, carecem de mais e mais recursos, que podem ser obtidos por meio de:

  • empréstimos de terceiros;
  • reinvestimento de lucros;
  • participação de acionistas.
  • As duas primeiras fontes de recursos são limitadas. Geralmente, as empresas utilizam-nas para manter sua atividade operacional.

    Mas é pela participação de novos sócios – os acionistas – que uma empresa ganha condição de obter novos recursos não exigíveis, como contrapartida à participação no seu capital.

    Com os recursos necessários, as empresas têm condições de investir em novos equipamentos ou no desenvolvimento de pesquisas, melhorando seu processo produtivo, tornando-o mais eficiente e beneficiente para toda a comunidade.

    O investidor em ações contribui assim para a produção de bens, dos quais ele também é consumidor. Como acionista ele é sócio da empresa e se beneficia da distribuição de dividendos sempre que a empresa obtiver lucros.

    Essa é a mecânica da democratização do capital de uma empresa e da participação em seus lucros.

    Para operar no mercado secundário de ações, é necessário que o investidor dirija-se a uma sociedade corretora membro de uma bolsa de valores, na qual funcionários especializados poderão fornecer esclarecimentos e orientação na seleção do investimento, de acordo com os objetivos definidos pelo aplicador. Se pretender adquirir ações de emissão nova, ou seja, no mercado primário, o investidor deverá procurar um Banco, uma corretora ou uma distribuidora de valores mobiliários, que participem do lançamento das ações pretendidas.

    Informações Fornecidas pela BM&FBOVESPA

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